Turismo

O que fazer em um fim de semana na cidade mais italiana de Santa Catarina

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Quem sai do litoral sul catarinense em direção ao interior percebe a mudança antes mesmo de ler as placas. Os sobrenomes nas fachadas, o cheiro de molho que escapa das cozinhas e o sotaque carregado dos moradores mais antigos anunciam que Nova Veneza guarda com orgulho a herança dos imigrantes italianos que ajudaram a formar a cidade. Dois dias bastam para entender por que ela virou destino certo de quem quer desacelerar sem ir longe.

Planejar a escapada começa antes de pegar a estrada

Um fim de semana bem aproveitado depende de escolhas feitas com antecedência. Reservar a pousada, checar o horário das cantinas e definir o roteiro evita que o sábado se perca em filas ou portas fechadas.

O mesmo cuidado vale para quem viaja sozinho e pretende ter companhia durante a estadia. Nesse caso, faz diferença buscar plataformas que exigem verificação de perfil, como a Evavip, onde fotos e informações passam por checagem antes de ir ao ar. A lógica é parecida com a da reserva de hotel, já que saber com quem se está lidando antes de chegar ao destino traz tranquilidade para curtir o resto da viagem.

Um passeio a pé pelo centro

A melhor forma de conhecer Nova Veneza é sem pressa e de sapato confortável. O centro reúne casarões de traços coloniais, igrejas que marcam a fé dos primeiros imigrantes e a gôndola veneziana exposta na cidade, símbolo da ligação entre o município catarinense e sua homônima italiana. Vale reservar a manhã de sábado para caminhar, entrar nas lojas de produtos coloniais e conversar com quem vende queijos, salames e vinhos produzidos na região.

Muitos desses comerciantes são descendentes das famílias pioneiras e contam histórias que nenhum guia impresso registra. No fim da tarde, a praça central ganha movimento de famílias e casais, e é o momento ideal para um café com cuca ou uma taça de vinho enquanto a luz baixa ilumina as fachadas. Quem gosta de fotografia encontra ali cenários que lembram, em escala pequena, o norte da Itália.

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Criciúma como base para estender a programação

Quem prefere mais opções de hospedagem e vida noturna costuma usar Criciúma como ponto de apoio, já que a cidade fica a poucos minutos de Nova Veneza. Lá estão shoppings, bares e uma rede hoteleira mais ampla, o que facilita combinar o dia no interior com uma noite movimentada.

Para quem deseja companhia na cidade vizinha, os perfis verificados da Evavip Criciúma oferecem uma alternativa discreta e segura, com anúncios checados que reduzem o risco de surpresas desagradáveis. Com essa base resolvida, o domingo pode voltar a ser dedicado ao ritmo tranquilo de Nova Veneza.

Almoço de domingo à moda da nonna

Se existe um momento sagrado em Nova Veneza, é o almoço de domingo. As cantinas servem fartura em sequência, com sopa de capeletti, polenta frita, galeto assado, massas feitas à mão e molhos que cozinham por horas.

A recomendação é chegar cedo, porque as mesas lotam rápido, principalmente em feriados e datas festivas. Prove o vinho colonial da casa e deixe espaço para a sobremesa, que costuma ser tão generosa quanto o prato principal. Pedir para conhecer a cozinha, quando possível, revela o cuidado que transforma ingredientes simples em comida de memória.

Os pratos chegam sem cerimônia, em travessas que circulam de mão em mão, e o garçom volta para repor o que acabou. É uma experiência pensada para ser dividida, por isso vale ir com fome e sem compromisso marcado para a tarde.

Levar um pouco da Itália para casa

Depois de tanta comida boa, é comum sair da cidade com vontade de reproduzir os sabores em casa. Algumas cantinas e produtores locais vendem massas frescas, molhos e embutidos para viagem, o que já garante o jantar da semana seguinte. Para ir além, vale estudar as técnicas clássicas da cozinha italiana, como o refogado lento de cebola, cenoura e salsão que dá profundidade aos molhos. Entender essas bases ajuda a perceber por que um simples tomate ganha outro sabor nas mãos de quem aprendeu a cozinhar com a família.

Quando ir e o que levar na mala

Nova Veneza recebe visitantes o ano todo, mas os meses de clima ameno são os mais agradáveis para caminhar pelas ruas e circular entre as propriedades rurais. No inverno, o frio combina com vinho e comida quente, e as noites pedem casaco.

Leve roupas em camadas, calçado confortável e espaço na bagagem para os produtos coloniais. Quem vem de carro pode aproveitar a volta para parar em alguma vinícola ou propriedade rural do caminho e garantir as últimas compras da viagem. Acima de tudo, reserve tempo. A cidade se revela melhor para quem aceita o convite de sentar à mesa sem olhar o relógio.


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