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Cia da Saúde

Você sabe os malefícios dos adoçantes artificiais para nossa saúde?

Nutricionista Vanessa Córneo Viola – CRN10 4561

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Confira abaixo os ricos que você tem consumindo esses tipos de adoçantes!

Muitos estudos comprovam que o uso de adoçantes artificiais não favorecem a saciedade e podem aumentar o consumo alimentar no indivíduo, contribuindo para o aumento de peso, pois causam uma falha na diminuição da atividade do hipotálamo (centro da fome no cérebro) e da baixa ativação do sistema dopaminérgico mesolímbico, que é reponsável pela sensação saciedade após a ingestão de algum alimento. Com essa diminuição da saciedade e a estimulação da fome, faz com que o indivíduo aumente sua ingestão alimentar.

Normalmente, quando ingerimos um alimento com açúcar, o sabor doce promove a ativação do que chamamos de fase cefálica da digestão, incluindo a liberação de enzimas e outras substâncias que participam da digestão e a regulação energética corpórea.

Contudo, o alto consumo de adoçantes artificiais em preparações não-calóricas (ex: café, sucos e outras bebidas) promoveria uma desregulação na capacidade do sabor doce de ativar tal fase cefálica, resultando em um prejuízo da regulação energética.

Os adoçantes que causam estes efeitos no organismo são a sacarina sódica e o acessulfame de potássio. Em relação ao aspartame, foi observado que uma vez encapsulado e administrado em adultos saudáveis, não foi observado um ganho de peso, mas se administrado em pó, há um aumento no peso corporal, pelo aumento da fome e da ingestão de alimentos, podendo aumentar o risco de desenvolvimento de câncer, já que muitos são derivados do petróleo.

Portanto, devemos evitar a utilização de açúcares refinados e adoçantes artificiais em bebidas e preparações, bem como a ingestão de bebidas industrializadas já adoçadas. Como substituto ao açúcar refinado e aos adoçantes artificiais, podemos consumir o mel, o açúcar de coco, demerara, mascavo, desde que consumidos com moderação, já para os adoçantes podemos utilizar o xylitol, taumatina, stévia, eritritol, entre outros adoçantes naturais.

Através da reeducação alimentar, pode-se reduzir o consumo de alimentos adoçados e não adicionar outros ingredientes para adoçar, estimulando o paladar ao sabor natural dos alimentos, contribuindo para uma melhora na qualidade de vida e na saúde da população.


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