Colunistas

Crescimento da economia, inflação, juros e câmbio

O Boletim Focus, do Banco Central do Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 6 de janeiro, indica um crescimento de 1,17% para o PIB do Brasil no ano de 2019, superior à previsão anterior que era de 1,16%. Para o ano de 2020. A projeção do PIB para o ano de 2020 também subiu de 2,28% para 2,30% ao ano.

Em relação à inflação, pela nona vez seguida, a projeção para a alta do IPCA no fim de 2019 subiu no levantamento, chegando a 4,13%, contra previsão anterior de 4,04%. Para 2020 a previsão é de 3,6%, mantendo-se em 3,75% para 2021, e 3,50% para 2022. Importante lembrar que estas previsões são o centro da meta, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

As projeções para a Taxa Selic, conforme pesquisa semanal feita com uma centena de economistas mostrou ainda que a expectativa é de que encerre este ano em 4,50%, sem alterações em relação à taxa vigente até o final do ano. Em dezembro o COPOM – Comitê de Política Monetária reduziu 0,5 pontos na taxa, mas sinalizou cautela com a taxa em virtude da retomada do crescimento econômico em 2020, o que gerará alguma pressão inflacionária, dificultando novos cortes na Taxa Selic.

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A projeção para a cotação do dólar ficou estável em R$ 4,10 no fim de 2019, e caiu para R$ 4,10 no encerramento de 2020.

Empregabilidade e geração de empregos

A geração de empregos formais no Brasil em 2019 de janeiro a outubro atingiu a marca de 841,5 mil, sendo 6,45% maior que o registrado no mesmo período de 2018 e o melhor resultado desde 2014, segundo o CAGED. Dentre os estados que mais criaram empregos no período, Santa Catarina aparece na terceira posição, ficando atrás apenas de Minas Gerais e São Paulo.

Em relação aos dados de outubro, último mês publicado, o saldo foi positivo com a abertura de 70.852 vagas. O setor de comércio gerou 43.972 novos postos de trabalho, mais de 60% de todos os empregos gerados no país. O destaque ficou com o varejo, que concentrou 36.732 dessas vagas.

No atacado, foram abertas 7.240 vagas formais. Em seguida, aparece o setor de serviços, com 19.123 novos empregos, seguido da indústria de transformação, que abriu 8.946 novas vagas, e da construção civil, que criou 7.294 empregos. No setor da indústria extrativa-mineral, o saldo foi positivo foi menor, com 344 vagas.

Alguns setores tiveram desempenho negativo no mês, sendo que o setor agropecuário fechou 7.819 vagas, a administração pública fechou 427 e os serviços industriais de utilidade pública fechou 581 vagas.

Os riscos de um possível conflito bélico entre Estados Unidos e Irã

Muito além da elevação do preço do petróleo a nível mundial. Este é o resultado da morte do líder Iraniano morto pelos Norte Americanos na semana passada. Como efeito imediato, o preço do petróleo disparou, subindo mais de 10% em poucos dias, uma vez que 60% de todo o petróleo consumido no mundo passa pelo Estreito de Ormuz, onde o Irã tem acesso e controle.

Porém, muito além disso, o conflito acirra os ânimos de países que embora não atingidos diretamente, alinham-se com um ou outro lado. Assim, vemos de um lado o alinhamento do Irã com a Rússia e com a China, os quais condenaram o ataque americano. De outro lado, vemos os países ocidentais como Alemanha, França dentre outros defendendo o ataque sob o pretexto de evitar o terrorismo. Esta nova configuração geopolítica reacende o estopim da guerra fria.

Tão verdade é este fato, que a Rússia anunciou recentemente a criação de um avião hipersônico que pode voar a mais de 6.000 quilômetros por hora, além de armas de última geração e de alto poder destrutivo. Em contrapartida, os Estados Unidos anunciaram que já estão desenvolvendo seu hipersônico e armas similares às anunciadas pela Rússia.

É a retomada da corrida armamentista pelas grandes potencias bélicas no mundo todo. A nós, comuns mortais, resta pedir a Deus serenidade para os dirigentes destas potências, de tal forma que evitem o confronto, sob pena de haver um genocídio nos dois lados.

E a chuva voltou a cair em nossa região

Depois de uma prolongada estiagem ocorrida durante o mês de dezembro, o ano novo inicia com a ocorrência de chuva, a qual veio em quantidade satisfatória, o que certamente se traduz em renovação da esperança em relação às safras de verão. Porém, para a cultura do arroz irrigado é necessário que continue a chover com regularidade ainda pelo menos até o final do mês de fevereiro. Gracie São Pedro.

Vendas de veículos e caminhões supera as expectativas em 2019

A ANFAVEA – Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores anunciou as vendas consolidadas de janeiro a outubro de 2019. Segundo a entidade, o número atingiu 2,18 milhões de veículos emplacados, alta de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Caminhões totalizaram 83,7 mil unidades. Ônibus totalizaram 17,3 mil licenciamentos. Alta de 37,9% e 43% sobre o mesmo período do ano passado para caminhões e ônibus.

Já o mês de outubro foi o melhor mês do ano de 2019, com 253,4 mil veículos licenciados, com alta de 7,9% sobre setembro do mesmo ano. A Anfavea confirma as projeções mais recentes para o mercado interno, com 2,68 milhões de veículos leves e 123 mil pesados emplacados em 2019. Destes, cerca de 100 mil serão caminhões.

Definitivamente o brasileiro é apaixonado por veículos e isso faz do mercado nacional de veículos o oitavo maior mercado de automóveis do mundo.

Início de ano é tempo de ajuste nas finanças pessoais e familiares

As festas de final de ano em geral costumam trazer dores de cabeça e algum desequilíbrio nas finanças familiar ou pessoais. Naturalmente que no período de festas estamos mais propensos a gastar além de nossas possibilidades. Então o que fazer para equilibrar o orçamento?

Bem, uma dica é fazer um fluxo de caixa, onde se anota todos os recursos que entram durante o mês e todas as saídas que ocorrem neste mesmo período. Se o valor das entradas for superior ao valor das saídas, teremos dinheiro para investir. Se for menor devemos tomar atitudes que nos levem ao equilíbrio financeiro. Em primeiro lugar, verificar o que pode ser cortado no rol das despesas.

Em segundo lugar negociar com os credores um parcelamento em prazo maior, como forma de diminuir o volume mensal de pagamentos, mesmo que isso implique em ampliar o prazo total para liquidar estas dívidas. Um terceiro ponto seria buscar credito com juros menores que os pagos no parcelamento das dívidas.

Sempre é importante relembrar que nunca devemos deixar recursos aplicados em renda fixa caso estejamos pagando juros de cheque especial ou juros de financiamentos, pois estes são infinitamente maiores que o que obtemos aplicando nosso dinheiro.

Investimentos em 2020: Onde investir?

Os investidores com perfil conservador devem estar conscientes que a rentabilidade dos investimentos em renda fixa está em queda livre, uma vez que a taxa SELIC está no menor patamar desde a sua criação. A taxa SELIC serve como balizador para determinar o CDI, o qual por sua vez remunera a maioria dos investimentos de renda fixa. Surge então o dilema: onde investir em 2020?

Desta forma, o investidor que pretende ter maior rentabilidade terá que estar propenso a maiores riscos, migrando um percentual de sua carteira em investimentos mais arrojados. Segundo analistas de mercado, o mercado de ações está entrando em um ciclo longo de valorização. Alguns apostam que o índice Ibovespa deve atingir 140 mil pontos até o final do ano.

Atualmente o índice está em 117 mil pontos. Isso projeta 19,6% de rentabilidade ao ano caso estes números se confirmem. Se comparados com a rentabilidade da renda fixa, que está na casa dos 4% ao ano, então teríamos um retorno de 390% maior investindo no Ibovespa. Porém, devemos lembrar que renda variável não tem garantia de rentabilidade. Ela tanto pode como não acontecer. Então qual a estratégia devemos utilizar para minimizar o risco?

A solução seria ponderar percentuais do valor da carteira, mantendo 75% do total aplicado em renda fixa e 25% em renda variável. Assim, caso os números se confirmem, teremos uma rentabilidade de 3% ao ano em renda fixa e 4,9% em renda variável, totalizando 7,9% ao ano de rentabilidade total. Isso implica em dizer colocando apenas 25% do valor da carteira em investimentos de risco, teríamos um rendimento anual 97% superior do que deixarmos 100% aplicado em renda fixa.

Faça suas contas, verifique seu perfil de risco e a sua propensão a aceitar o risco. Se achar conveniente, procure orientações dos Agentes Autônomos de Investimentos e dos Analistas de Investimentos para assessorá-los. Bons Investimentos.

Ações que mais subiram no Ibovespa em 2019 e o que esperar em 2020

O desempenho do Ibovespa em 2019 na casa dos 30% ao ano trouxe consigo algumas ações que tiveram um desempenho muito superior ao próprio índice. Do total de 68 ações que compõem o Ibovespa, 10 delas valorizaram mais de 100%.

Segundo dados da Economática, a maior alta do período ficou com os ativos da Qualicorp (QUAL3), com alta de 243%, sendo seguidos de perto pelas units do BTG Pactual (BPAC11), com ganhos de 235%, enquanto a Via Varejo (VVAR3) ficou na terceira posição, com valorização de 154%.

Tanto Qualicorp quanto Via Varejo têm histórias com pontos similares na bolsa em 2019, ao passar de um período de pessimismo e dúvidas sobre a gestão e governança corporativa para outro de virada nas expectativas, com sinais de mudanças nos rumos das companhias.

Além delas, outras ganharam destaque, como a Notre Dame Intermédica (GNDI3), relativamente nova na bolsa (a ação estreou em abril de 2018 na B3), a JBS (JBSS3) e, mais uma vez, o Magazine Luiza (MGLU3). Confira a trajetória das ações que mais subiram no Ibovespa em 2019:

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