Esportes

O avanço da tecnologia nas quadras de tênis

Com o passar dos anos, os avanços da tecnologia têm alterado a rotina de praticamente todos os setores. No esporte não seria diferente e, dentre todas as modalidades, conforme reforça o site de aposta Betway Eportes, uma bastante afetada pelas novidades tecnológicas é, sem dúvidas, o tênis.

As raquetes evoluíram consideravelmente. No início eram feitas de madeira; depois surgiram as de metal, no fim da década de 1960; passando pelas raquetes com grafite, titânio e fibra de carbono a partir de 1980; e chegando ao grafeno, que foi introduzido em 2013.

Tal variedade também pode ser encontrada nas quadras de tênis, construídas para que o quique e a velocidade da bola estejam sempre ao gosto dos torneios. O mais comum é que sejam chamadas de grama, de saibro e “duras”. Uma mistura de acrílico, borracha e sílica sobre asfalto e concreto, chamada Decoturf, é utilizada no US Open, por exemplo. Assim como a mistura de látex, borracha e pastículas de plástico em uma superfície de acrílio plexipave, de nome Plexicushion, é a opção do Australian Open desde 2008.

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Não menos importante, a arbitragem e revisão de jogadas é, talvez, um dos pontos mais afetados pela tecnologia. A presença do Hawk-Eye é o recurso mais conhecido do fã do esporte, uma inovação que virou referência de utilização para outras modalidades e que funciona como um verdadeiro “olho de falcão”, ajudando a evitar erros de arbitragem durante as partidas.

O Hawk-Eye começou a ser testado em 2004, uma vez que, antes disso, os árbitros tinham apenas os seus próprios olhos para determinar se uma bola havia caído dentro ou fora dos limites da quadra. Uma bola de pouco mais de seis centímetros de diâmetro que pode ultrapassar a velocidade de 200 quilômetros por hora.

Diante de tantas dificuldades, a tecnologia surgiu, por meio de um sistema de câmeras e sensores capaz de prever o movimento da bola e montar uma imagem digital da jogada.

Neste cenário, há ainda mais novidades em 2020. De acordo com a reportagem publicada no blog da Betway, uma nova tecnologia desenvolvida na Espanha, chamada FoxTenn, será a responsável por medir a velocidade das bolas dos três reis do tênis – Nadal, Federer e Djokovic – em diferentes torneios ATP neste ano, substituindo o popular sistema de arbitragem do Hawk-Eye.

Por fim, até mesmo as roupas utilizadas pelos tenistas estão mais tecnológicas. Até 1946, em todos os torneios de tênis o uso de calça compridas para homens era obrigatório; e as mulheres utilizavam trajes com sarja, que incluíam peles e penas. O tempo passou e os uniformes se adaptaram às demandas do jogo, com tecidos como Nylon e Poliéster auxiliando na performance dos atletas. Neste campo, a tecnologia incluiu fibras e tramas diferenciadas, que não retém o suor, acelerando a sua evaporação. Atualmente, existem até mesmo camisetas que registram batimentos cardíacos, por conta de fios de prata que revestem a maior parte da trama e costura.

 

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