Região

Votação dos trabalhadores pode aprovar greve nos hospitais do sul catarinense

Os cerca de 4 mil trabalhadores dos 15 hospitais de Criciúma e vale do Araranguá podem aprovar paralisação das atividades a partir do próximo sábado, dia 26 de novembro. A última proposta patronal na negociação do dia 10 foi rejeitada na mesa pela direção do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) com indicativo pela greve.

Eles ofereceram para os hospitais São José, São João e Unimed – 80% do INPC – que é 8,5% – em novembro (data-base) e 20% em janeiro sem pagar o retroativo. Para o São Donato – 50% do INPC em cinco parcelas a partir de janeiro não retroativo. A SPDM gestora do Regional de Araranguá – 100% do INPC a partir de janeiro sem o retroativo.

Os hospitais de Meleiro, Turvo, Morro Fumaça, Urussanga e hospitais do Isev – 70% em duas parcelas a partir de janeiro sem o retroativo e Jacinto Machado – 50% do INPC em quatro vezes a partir de janeiro sem o retroativo. O vale-refeição segue sem reajuste.

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As votações secretas começaram nesta segunda-feira, 21, e seguem até esta quarta-feira, 23:

  • Dia 21 – Hospitais do interior Sul e clínicas na Região da Amesc – Meleiro, Turvo, Jacinto Machado, Praia Grande e Sombrio;
  • Dia 22 – Votações nos hospitais do Isev (Santa Catarina, Rio Maina e São Marcos) e, nos hospitais de Içara, Araranguá, Urussanga e Morro da Fumaça;
  • Dia 23 nos hospitais São José, São João, Unimed e Clínicas de Criciúma.

O presidente do Sindisaúde Cleber Ricardo Cândido avalia que os hospitais estão usando a “artimanha” de atrasar os salários para enfraquecer as mobilizações e forçar os trabalhadores a aceitarem qualquer migalha abrindo mão das reivindicações. “Eles devem dizer não a este golpe e a estas propostas que trazem perdas aos seus salários e, sim para a greve por mais valorização e condições de trabalho. Lembrando que as propostas não respeitam o trabalhador, não contemplam nem mesmo a inflação e as perdas salariais”, criticou o sindicalista. 

A categoria pede reajuste do piso; aumento real; reajuste no adicional noturno; redução da jornada; folga para a jornada 12 x 36; plano de Saúde do Trabalhador; auxílio creche entre outras.

Francine Ferreira – Maristela Benedet

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