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Você sabe o que é ombro congelado?

Popularmente conhecida como ombro congelado, a capsulite adesiva causa inflamação na cápsula articular do ombro e gera dor seguida por limitação dos movimentos na região. A causa está relacionada aos fatores genéticos e às reações autoimunes, mas não se sabe exatamente como é originada.

O médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann explica que capsulite adesiva inicia com uma inflamação na cápsula articular, que é o tecido que reveste toda a articulação. Pode existir algum fator causador para o seu desenvolvimento como, por exemplo, um pequeno trauma ou um esforço repetitivo. Mas ela pode ocorrer sem causas aparentes.

A capsulite adesiva ocorre em três diferentes fases com características distintas. A primeira é a inflamatória que inclui dor que pode ser leve no início, mas com o tempo progride para uma dor intensa e limitante. Qualquer movimento pode gerar desconforto. Em seguida, inicia a fase de rigidez ou congelamento, momento em que há uma perda progressiva dos movimentos do ombro. A dor ainda pode ocorrer nessa fase, mas de menor intensidade. A pessoa sente o ombro mais curto, não alcança locais altos. Na sequencia, vem a fase de descongelamento quando o movimento do ombro melhora progressivamente, com a resolução da doença. Na maioria dos casos, pode ocorrer uma perda de até 20% dos movimentos.

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Segundo Reichmann, o diagnóstico acontece de forma tardia na maioria dos casos. Para que seja descoberto precocemente é essencial o exame físico, que já pode demonstrar uma perda dos movimentos e uma história clínica detalhada para avaliar os principais fatores de risco. Exames de imagem como a radiografia ou ultrassonografia não demonstram alterações na capsulite adesiva, mas podem ser úteis para diferenciar de outras causas de rigidez. Nos casos de dúvida ou em que se suspeita de outras doenças, pode ser indicada a ressonância magnética.

Existem diversas opções de tratamento para cada fase do problema. Como princípios gerais, na fase dolorosa devem ser realizados tratamentos para reduzir a dor e inflamação e na fase de rigidez o foco é o alongamento e ganho de movimentos. É fundamental não alongar de maneira intensa na fase dolorosa, pois pode piorar e prolongar essa etapa. O tratamento para a fase dolorosa inclui, ainda, os anti-inflamatórios não hormonais, corticóides (via oral ou injetável), acupuntura, infiltrações intra-articulares com corticóide ou os bloqueios do nervo-supraescapular. Cada opção deve ser avaliada pelo médico.

Francine Ferreira – Marcos Bedin

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