Requerimento busca reduzir acidentes e melhorar a segurança no trânsito no município; pedido é recorrente há alguns anos.
Os vereadores de Forquilhinha apresentaram o Requerimento nº 006/2026 solicitando à Coordenadoria Regional de Infraestrutura Sul (CRSUL) a construção de um trevo alemão no entroncamento da Rodovia Estadual Gabriel Arns entre a Rodovia Municipal Vante Rovaris, no bairro Ouro Negro.
“O local tem um intenso fluxo de veículos e tem registrado frequentes acidentes de trânsito, além de gerar insegurança para motoristas e moradores da região. Esse pedido já foi feito há alguns anos, a situação está muito preocupante nessas rodovias. O trevo alemão neste local é necessário para redução de velocidade dos usuários da via”, disse o vereador Anderson Coral (PSDB).
Segundo o presidente da Câmara, o vereador Célio Elias (PT) e a vereadora Ivone Minatto (PSD), o assunto do trevo alemão vem sendo tratado há anos. “O recapeamento da rodovia também acabou apagando uma faixa de pedestres em um ponto com grande circulação, o que precisa ser corrigido com urgência”, destacou Ivone.
Sugestão de comissão
O vereador Edésio Loch (União Brasil), sugeriu a criação de uma comissão para tratar do assunto. “Teria três ou quatro vereadores. Eles iriam até o órgão responsável cobrar melhorias. Apenas encaminhar pedidos nem sempre é suficiente; é importante marcar presença e reforçar a cobrança”, ressaltou.
Entraves
Ainda na sessão, o vereador Felipe Dordete (PP) pontuou outra dificuldade: áreas particulares. “Isso acaba travando o andamento da obra. Mesmo assim, vamos seguir buscando uma solução para que o projeto possa sair do papel”, afirmou.
Já o vereador Charles Hunter (PSD) também usou a tribuna para se manifestar sobre o Requerimento. “A segurança não depende só de estrutura. Falta fiscalização, especialmente em relação ao excesso de carga de caminhões, mais ações de conscientização e responsabilidade no trânsito, por parte dos motoristas”, comentou.
O Requerimento foi encaminhado à Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade de Santa Catarina (SIE), por meio da CRSUL, e agora aguarda análise do órgão responsável.
Redação – Mariana Martins









