Região

Do sonho, mascote da Casa Guido se torna realidade

Personagem Guidinho ganhou versão em boneco e integra produtos comercializados para arrecadação de recursos para a entidade.

O simpático mascote da Casa Guido, o Guidinho, conhecido por distribuir abraços e acenos em eventos da instituição, acaba de ganhar uma versão que pode ser levada para casa. O sonho de transformar o personagem em boneco para ser comercializado era antigo e se transformou em realidade por meio da força de vontade da voluntária Viviane Hofman Garcia. A ideia é que, além de fazer a alegria das crianças, ele seja um aliado na arrecadação de recursos para a instituição.

O que começou como um projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para a graduação em Marketing, se tornou uma verdadeira paixão que fica clara nos detalhes do projeto preparado com carinho pela voluntária. Por meio da ação, partir desta semana a Casa Guido conta com 100 exemplares do boneco para venda pelo valor de R$ 49,90.

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A projeção é que, a partir dessa novidade, a gama de produtos temáticos da instituição seja ampliada para que possa colaborar com a arrecadação mensal da Casa. Para o futuro, o projeto é de criar, inclusive, uma loja virtual para que todos possam ter acesso aos produtos oferecidos.

Uma história de amor e realização

O contato de Viviane com a Casa Guido começou de forma quase que inusitada. Ao ver uma publicação em uma rede social sobre a palestra promovida pela instituição com os Doutores da Alegria, em dezembro de 2016, a empresária foi tocada com o desejo de ouvir o que os tais “doutores” teriam a dizer. O que ela não imaginava é que esse seria apenas o primeiro de muitos elos criados a partir de então.

Com uma série de coincidências, ou como ela prefere acreditar e dizer, uma inspiração divina, Viviane foi se aproximando da realidade da Casa Guido. No momento da escolha de um objeto de estudo para o seu trabalho final algo também indicou que ela escolhesse esse assunto para se dedicar. “Colegas me aconselhavam a fazer sobre a minha empresa, com o argumento de que seria mais fácil, mas eu não queria algo fácil, queria algo único. Então, depois de uma boa noite de sono, acordei com a escolha definida. De onde surgiu a ideia? Não foi do nada, não foi aleatório, não foi falta de opção. Foi inspiração divina, o universo conspirando a meu favor como sempre, sem que eu houvesse percebido. Depois de tantos sinais, a semente já estava criando raízes em minha cabeça”, lembra a voluntária.

Foram meses de pesquisas, avaliações e muita teoria envolvida no projeto acompanhado pela professora Maíra Sartor, responsável também pelas ações de marketing da Casa. Ao finalizá-lo e ter o trabalho aprovado o que a aluna tinha em mente era uma só coisa: fazer tudo aquilo sair do papel.

“Pesquisei sobre mascotes de grandes instituições, fiz orçamentos por todo o país e busquei novas ideias. Isso estava encaminhado, mas faltava o dinheiro para viabilizar o projeto. Adivinha então o que aconteceu? Algumas ajudas divinas começaram a surgir novamente, como mais sinais para levarmos adiante o tão sonhado mascote. Parece inacreditável, mas aconteceu tudo de forma mágica”, garante.

Os apoiadores do projeto para a produção dos primeiros Guidinhos foram as empresas Saint Bier, Construfase Construtora, Nexello e o Grupo Giassi. “Todas surgiram no nosso caminho para fortalecer o projeto e abraçaram com todas as forças a nossa causa”, comenta Viviane.

Para a coordenadora da instituição, Rosane Búrigo Gonçalves, a emoção de ver as peças se encaixando de forma tão natural para o sucesso da ação é inexplicável, porém esse resultado não a surpreende. “Não é surpresa para mim, pois sempre digo e não canso de repetir que tudo na Casa Guido chega por uma providência divina. Assim como a Vivi cruzou nosso caminho para nos ajudar com tanta dedicação, essas peças cruzaram o caminho dela para tornar real seu desejo cheio de amor e solidariedade”, comenta emocionada.

O sentimento de Viviane, que ao longo do tempo conciliou os estudos, com a vida particular, o marido e as duas filhas, além do trabalho na empresa da família, é de emoção ao ver todos os bonecos prontos para receberem novos lares. “É algo que não tem explicação. Digo que mudou a minha vida. Mostrou que posso fazer muito”, declara.

Para ela, a principal lição deixada após todo o processo é a de olhar a vida com outros olhos. “A lição que tiro é de que chegou o momento de parar de dizer que o copo está meio vazio, porque na verdade ele está sempre meio cheio. Em meio a tantas críticas, tantas reclamações, tanto pessimismo, existem milhares de pessoas lutando por uma realidade mais justa, mais humana. Temos que parar de exaltar as coisas ruins e começar a valorizar e enaltecer as boas. O mundo muda quando a gente muda”, completa cheia de certeza no que diz.

Francine Ferreira – Mayara Cardoso

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