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Prefeitos montam gabinete de crise na AMREC

Os prefeitos da AMREC se reuniram no final da tarde desta sexta-feira, 25, de forma emergencial, na sede da Associação para avaliar as consequências e a atual situação da região com relação aos serviços prestados pelas prefeituras. Os prefeitos decidiram que a prioridade é manter os serviços ligados a área da saúde, como os tratamentos de hemodiálise e oncológicos.

Na avaliação dos prefeitos é possível manter as escolas e creche funcionando na segunda-feira. Mas caso a greve continue, as escolas podem paralisar já na terça, em função não só do transporte escolar, mas por falta de gás de cozinha e alimentos para atender com a merenda.

Segundo os prefeitos a prioridade é a saúde, como os tratamentos e situações de urgência e emergência. O presidente da AMREC e prefeito de Siderópolis, por exemplo, lembrou que 20 famílias em Siderópolis dependem de oxigênio, e há uma preocupação quanto a esses casos.

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O prefeito Clésio Salvaro, colocou a disposição dos municípios a possibilidade de empréstimo de gasolina, caso necessário, para deslocamento de pacientes. O prefeito de Cocal do Sul, Ademir Maganigm, lembrou que os secretários de saúde precisam ficar em contato para que não faltem medicamentos e que, se necessário. que um município empreste ao outro.

O gerente regional de saúde, Fernando de Fáveri, esteve na reunião e informou que aproximadamente 200 pacientes precisam fazer tratamento de hemodiálise três vezes por semana. E que até o momento tudo foi planejado, junto à defesa civil, para os serviços essências não paralisem, assim como o fornecimento de oxigênio e gás.

Foi acordado junto ao movimento dos caminhoneiros um adesivo, com símbolo da defesa civil, para que os transportes e o fornecimento sejam garantidos. “Os transportes estão garantidos, inclusive com escolta policial”, afirmou Fernando. O Governo do Estado, por meio da gerencia regional, ainda garantiu o fornecimento de combustível para os carros da saúde.

Durante a reunião, os prefeitos se mostraram preocupados não só com a greve, mais com a retomada dos serviços, o que deve demorar de dois a três dias para retornar a normalidade. “A reunião foi para unir os municípios para que a nossa população tenha o menor dano. Apesar de acharmos justo o movimento, e que muitos prefeitos darem seu apoio pessoal, nós temos as responsabilidades de manter os serviços essenciais, e nos preocupar com as pessoas mais precisam dos governantes municipais”, disse o presidente da AMREC.

Uma nova reunião está marcada para a próxima terça-feira, dia 29, às 17 horas, caso a greve continue.

Francine Ferreira – Antonio Rozeng

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