Alerta

Maio Amarelo: violência no trânsito reforça necessidade de alerta

Foto: Daniel Búrigo/A Tribuna

A Região Carbonífera já registrou 11 óbitos no trânsito durante o ano de 2018, além de outras 490 mortes nas estradas entre 2012 e 2017. Tais dados do Instituto Médico Legal (IML) de Criciúma reforçam a importância de se destacar cada dia mais o debate pela conscientização contra esse tipo de violência, principalmente neste sábado, 12, considerado o Dia D da campanha Maio Amarelo.

Em 2018, o movimento tem como tema “Nós somos o trânsito” e chega à sua 5ª edição, fomentando discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito. Além disso, assim como em 2017, neste ano a campanha propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e a reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. “Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro”, diz a descrição do movimento.

O perito do IML de Criciúma, Almir Fernandes de Souza, ainda reforça que, para cada morte no trânsito, existe uma média de oito a nove vítimas com lesões corporais, muitas delas bastante graves.

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Visando mudar essa realidade, na região é colocado em prática o programa “Educando para o Trânsito” há mais de dez anos. “O objetivo é informar a população sobre a responsabilidade e segurança nas estradas e, com isso, minimizar os impactos causados pelos acidentes com altos índices de mortes e lesões com sequelas. Neste mês, o Instituto Geral de Perícias, por meio do IML, juntamente com o Departamento Estadual de Trânsito e a Policia Civil, intensifica as palestras e blitze educativas dessa ação”, completa o perito.

O “Educando para o Trânsito”, de acordo com Souza, foi desenvolvido em julho de 2006 pela Policia Civil e 6ª Ciretran de Criciúma e é destinado a alunos do 2º ano do Ensino Médio e empresas, por meio das Semanas Internas de Prevenção de Acidentes de Trabalho. “Buscamos conscientizar o jovem, que será um futuro motorista, a respeito dos cuidados indispensáveis na condução de veículos automotores, priorizando o respeito à vida humana. Além disso, também informamos que o trânsito é uma questão de comportamento social, educacional e de política”, explica.

Até então, o programa já atingiu mais de 15 pessoas com apresentações divididas em três tópicos distintos: psicologia, legislação e vítimas do trânsito. “A cada encontro saímos mais convencidos da importância de campanhas educativas regulares, o que nos leva a crer que o caminho da prevenção sempre será a educação”, ressalta o perito.

Instituições interessadas em agendar palestras do programa “Educando para o Trânsito” devem entrar em contato com a Delegacia Regional de Polícia Civil, por meio do número (48) 3461-2400. “Vamos manifestar nossa solidariedade por meio de boa conduta”, finaliza Souza.

Francine Ferreira

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