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“Joelho varo”: conheça as causas e o tratamento

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Quando os joelhos têm formato arqueado e se mantêm afastados mesmo quando a pessoa consegue encostar um tornozelo no outro significa a existência de um problema denominado joelho de varo. A condição normalmente acontece porque a tíbia não fica corretamente alinhada com o fêmur e, com isso, a linha da perna permanece com uma forma diferente. Outros nomes dados a essa situação incluem geno varo ou “pernas de cowboy”.

O médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann explica que o joelho varo é comum nas crianças pequenas e pode ser identificado logo após o nascimento. Trata-se de uma condição fisiológica que geralmente é corrigida sozinha até os dois anos de idade, sem fazer tratamento. Em alguns casos pode se manter até os oito anos de idade, sem necessidade de tratar, porém é necessário avaliação do pediatra, ortopedista e fisioterapeuta.

O problema também pode ter entre as causas a alteração de nascença que se mantém ao longo dos anos, pancadas fortes no joelho, infecções nos ossos, tumor ósseo e raquitismo. Outras causas incluem pessoas que têm acondroplasia (uma das formas mais comuns de baixa estatura desproporcional, que ocorrer devido ao impedimento do correto desenvolvimento dos ossos em comprimento), Paget (transtorno crônico do esqueleto em que áreas de osso são submetidas à rotatividade anormal, resultando em áreas de osso expandido e amolecido) ou Blount (alterações do crescimento da parte interna da extremidade superior da tíbia, que levam a deformidades ósseas, causando curvatura para o exterior, com angulação ligeiramente abaixo do joelho).

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Normalmente, o problema é identificado até aos 10 anos de idade, mas também pode se manifestar em adultos devido a doenças articulares como, por exemplo, a osteoartrite.

O tratamento varia de acordo com a origem e, por isso, é fundamental consultar um ortopedista para avaliar o grau da alteração, as causas e, assim, definir o tratamento. Mais comum nos homens, a gravidade do problema é diagnosticada com exames de raio-x das pernas, de pé e dos joelhos de frente e de lado. Podem ser solicitados exames de sangue caso exista suspeita de alguma doença envolvida.

Segundo Reichmann, o tratamento para corrigir os joelhos afastados é indicado quando a pessoa apresentar dor nas pernas ou nos joelhos, ao ter dificuldade para caminhar ou praticar corrida, se a patela não estiver bem alinhada no centro do joelho, em caso de preocupação com a aparência física, se houver instabilidade no joelho devido a ligamentos flácidos e se a pessoa apresentar dor nas pernas ou nos joelhos.

Entre as opções de tratamento mais usadas estão a suplementação de cálcio e vitamina D, utilizada especialmente em casos de falta destes nutrientes no organismo para fortalecer os ossos; exercícios de fortalecimento dos músculos com auxílio de um fisioterapeuta para deixar os músculos das pernas mais fortes e ajudar no seu alinhamento e cirurgia, usada nos casos mais avançados, quando as outras técnicas não provocam alteração no alinhamento das pernas ou se o paciente tiver doença de Blount. Neste caso, o procedimento pode ser indicado a partir do grau III da doença.

A cirurgia ajuda a adequar o formato dos ossos para reduzir a pressão sobre a articulação e permitir o realinhamento da tíbia com o fémur. A recuperação pode ser demorada, chegando a aproximadamente oito meses para voltar às atividades diárias.

Francine Ferreira – Marcos A. Bedin

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