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2º Encontro da Diversidade “Lutar é preciso” acontece no próximo sábado

O Brasil segue pelo sexto ano consecutivo o ranking dos países que mais mata  transexuais e travestis no mundo. Uma pessoa a cada 25 horas, segundo pesquisa da ONG Transgender Europe (TGEU).

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O 2º Encontro da Diversidade “Lutar é Preciso” acontece no próximo sábado, 24, na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma (Siserp). O evento marca o Dia Internacional do Orgulho Gay, celebrado em 28 de junho em diversos países ao redor do mundo.  O encontro gratuito é promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Criciúma e Região (Sintiacr) e a União Internacional dos Trabalhadores na Alimentação (UITA) iniciando as 16h30 com encerramento previsto para o final da noite com café colonial.

Entre os objetivos visa identificar quais os problemas vivenciados pelo coletivo GLBT no âmbito da família e do trabalho e, o aumento da violência sofrida pelos GLBT. A palestra criminalização e direitos humanos será mediada por Jaqueline Leite. Devem participar Geraldo Iglésias, Secretário Regional da REI-UITA, o presidente  do Sintiacr, Célio Elias, e Gisele Adão e Eduardo Medeiros do Coletivo GLBT do Sindicato. O evento é aberto para todas as pessoas que vivenciam a diversidades nas suas opções/orientações sexuais e as demais interessadas no tema.

Brasil lidera o ranking de violência contra os GLBT –   O Brasil já tem 61 transexuais e travestis assassinados em 2017 e segue pelo sexto ano consecutivo o ranking dos países que mais mata transexuais e travestis no mundo, segundo pesquisa da ONG Transgender Europe (TGEU). O país mata por homofobia uma pessoa LGBT a cada 25 horas e isso torna o Brasil campeão mundial de crimes contra minorias sexuais e de gênero.

Conforme a diretora Gisele Adão a violência vai alem dos homicídios: “É violência também não respeitar o nosso nome social, nossa identidade de gênero. É violência nos impedir ou constranger ao usar o banheiro de acordo com a nossa identidade de gênero entre outros”, analisa Gisele.

Francine Ferreira – Maristela Benedet


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