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Educa SAMU: o alerta é por menos trotes

Ensinamentos são levados à estudantes e população; Sul catarinense está voltando a receber palestras.

Diminuir acionamentos sem necessidade ou em casos indevidos, bem como reduzir ao máximo o número de trotes destinados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. É com esses objetivos que o “Educa SAMU” está voltando a ser implantado em Santa Catarina, por meio de palestras educativas em escolas, instituições de saúde e comunidade em geral.

O projeto, realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, existe há aproximadamente seis anos, com objetivo de orientar a comunidade. “Nossos educadores prestam esclarecimentos sobre o uso correto do serviço, quais as funções que ele exerce, quando deve ser chamado. Com isso, procuramos diminuir as ligações indevidas e os trotes recebidos pelo serviço”, explica a enfermeira coordenadora do Educa SAMU, Juliana dos Reis Guaresi.

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O Sul catarinense não é diferente e as apresentações já começaram a acontecer na macrorregião, que contém 44 municípios, de Imbituba a Passo de Torres. “Nosso foco são as escolas, em função de os trotes ocorrerem bastante no período letivo, por isso buscamos trabalhar com crianças e adolescentes, tanto de instituições públicas, quanto de privadas. Mas estamos também abertos para todas as instituições que tenham interesse, pois buscamos esclarecer à população para que o SAMU serve, que tipo de serviço é prestado e quando o 192 deve ser acionado”, completa a pedagoga do SAMU que atua no Sul, Emanuele Fortunato Monteiro.

A visita de um educador pode ser solicitada por e-mail: educasamusantacatarina@gmail.com ou cominucasamusc@saude.sc.gov.br.

Números consideráveis

Em 2018, as Centrais de Regulação de Atendimento do SAMU receberam, em média, 70 mil ligações por mês. As principais ocorrências atendidas são casos clínicos seguidas por casos de quedas, acidentes de trânsito e atropelamentos. Já os trotes representaram 11% desse número.

O início das atividades escolares demonstra o aumento dessas ocorrências, pois os índices sobem consideravelmente. “Este número já chegou a 22% o que significa perda de tempo e prejuízo ao atendimento de pessoas que realmente necessitam de ajuda”, ressalta Juliana.

Empresas podem contribuir

No cenário de atendimento à demanda de escolas e da comunidade, materiais educativos costumam ser distribuídos durante as palestras. Para tanto, segundo a pedagoga do SAMU, a colaboração de empresas é muito bem-vinda, seja na forma de serviços ou por contribuições financeiras.

“Já tenho algumas empresas que apoiaram doando materiais gráficos, brindes, dinheiro. Precisamos realizar as impressões dos desenhos, atividades, material publicitário para orientar e informar a população, material para ser entregue para as pessoas durante as palestras”, elenca Emanuele.

Mais informações sobre as formas de contribuição podem ser obtidas com a própria pedagoga do SAMU, por meio do contato (48) 9 9647-5707.

Quando acionar o SAMU, ligando para o 192?

  • Na ocorrência de problemas cardiorrespiratórios;
  • Em casos de intoxicação por agentes externos;
  • Queimaduras graves;
  • Maus tratos;
  • Em trabalhos de parto, quando houver risco de morte da mãe ou do feto;
  • Tentativas de suicídio;
  • Crises hipertensas;
  • Em casos de desmaios;
  • Quando houver acidentes/traumas com vítimas;
  • Afogamentos;
  • Choque elétrico;
  • Acidentes com produtos perigosos;
  • Na transferência inter-hospitalar de doentes com risco de morte.
Francine Ferreira

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