Alerta

Começa o serviço de mapeamento de risco nos municípios catarinenses

O serviço de mapeamento das áreas de risco nos municípios começou em Santa Catarina. Nas últimas semanas, técnicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) estão em campo para coletar dados para o trabalho de prevenção. O serviço foi contratado pela Secretaria de Estado da Defesa Civil SC por meio de um convênio com a companhia. O valor total é de R$ 4.712.596,00 e a atividade deve durar 18 meses.

As equipes serão distribuídas em três grandes áreas. Duas equipes para a Grande Florianópolis e Sul do Estado; cinco equipes em Chapecó para trabalhar no Planalto e Oeste; e em Joinville também há equipes da CPRM para atuar no Litoral Norte, Planalto Norte e parte do Vale do Itajaí.

O serviço produzido pelos profissionais resultará no mapeamento completo do Estado tanto para setorização de risco quanto para a suscetibilidade a movimento de massa e inundação. É um fato inédito para Santa Catarina e o Brasil, como afirma o secretário adjunto da Defesa Civil SC, Fabiano de Souza. “Não existe nenhum Estado no Brasil que tenha o território completo estadual com esses produtos”, destaca.

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A chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes da Silva, diz que o mapeamento vai caracterizar o comportamento do Estado frente ao perigo. “Facilita muito a gestão do desastres. O gestor público vai saber exatamente as regiões que deve evitar no município para não perder vidas e materiais”, explica.

Serviços realizados durante o mapeamento

  • Setorização de risco geológico alto e muito alto frente a movimentos de massa e eventos destrutivos  da natureza geológica, em nível muito alto e alto, para 185 municípios;
  • Elaboração de pré-cartas de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e eventos de natureza hidrológica (enchentes, inundação e enxurrada, em 238 municípios;
  • Mapeamento de perigo de acordo com os aspectos metodológicos preconizados no manual de mapeamento do Projeto Gides para 5 municípios pilotos (Braço de Norte, Santo Amaro da Imperatriz, Guaramirim, Rio do Sul e Herval do Oeste);
  • Elaboração de cartas finais de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e eventos de natureza hidrológica (enchente, inundação e enxurrada) para 40 municípios.

Saiba mais

  • Setorização de Risco: mapa com mais detalhes onde já existe risco definido.
  • Carta de suscetibilidade a movimento de massa e inundação: serve para verificação de aptidão para a urbanização do município, elaborar o plano diretor.
  • Projeto Gides: Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos e Desastres numa parceria entre Brasil e Japão. Tem como objetivo reduzir os riscos de desastres geológicos através de medidas preventivas não estruturais. Os principais resultados são melhoria dos sistemas de avaliação e mapeamento de riscos, previsão e alerta e também o planejamento urbano na atuação de prevenção de desastres.

Utilidade na prevenção

Os produtos servem como base para o município planejar o crescimento de forma preventiva e diminuir os riscos de desastres naturais. Pode ser usado para realizar um plano de redução de risco; área prioritária do município; local recomendado para investir numa obra de infraestrutura de redução de risco; fundamental para os planos diretores municipais.

Utilidade na resposta30

Com relação à resposta, o mapeamento é direcionado onde já existe risco. Ele dá suporte para elaborar o plano de contingência municipal mais seguro e também auxilia para a emissão de alertas.

Francine Ferreira – Cleiton Ferrasso

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