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Impasse

Case Sul: Tribunal de Justiça garante R$ 1 milhão para medidas compensatórias

Foto: Jhulian Pereira
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Próximo pleito é para que Estado encaminhe mais R$ 2,7 milhões para primeira parte da pavimentação.

O impasse envolvendo a liberação do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Sul e das medidas compensatórias pela construção está próximo de ser solucionado. Em reunião nesta quinta-feira, 9, em Florianópolis, o presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC), Rodrigo Collaço, anunciou o repasse de R$ 1 milhão da instituição, para que a Administração Municipal inicie as obras de pavimentação no entorno da unidade.

Conforme Collaço, o recurso é proveniente de infrações penais cometidas pelas pessoas e julgadas pelo órgão. “O Tribunal de Justiça está tentando ajudar a solucionar o impasse, não só como uma entidade neutra para aproximar as partes, mas contribuindo com R$ 1 milhão para tornar irreversível o compromisso de fazer a obra que a comunidade tanto reivindica. Vamos entrar em contato com o prefeito, pedir a documentação e tão logo a gente receba, podemos liberar o valor”, completa.

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Trata-se de uma primeira parte – de 3,2 quilômetros da Rua Pedro Liberato Pavei, que vai da BR-101 até a divisa de Criciúma com Araranguá, passando pela frente do Case Sul – que está orçada em R$ 3,7 milhões. Nesse âmbito, o Governo do Estado deve liberar os R$ 2,7 milhões faltantes para essa etapa inicial.

O prefeito Clésio Salvaro argumenta que a unidade socioeducativa é importante e que a comunidade deseja o seu funcionamento. “Mas as medidas compensatórias são necessárias. A presença do Case naquela comunidade acaba desvalorizando as propriedades. O Tribunal de Justiça já disponibilizou R$ 1 milhão e tenho certeza de que o Estado também fará sua parte. Só falta ver como vai viabilizar esse recurso, mas acredito que estamos próximos de resolver o impasse”, reforça.

Em relação às proibições do período eleitoral, segundo o chefe do Executivo, Criciúma ofereceu alguns meio para resolver a situação. “Porque tem como o governo compensar e o município fazer essa obra. A questão está na construção de um entendimento, por isso seguimos discutindo uma forma de compensar a comunidade e resolver o problema por meio do diálogo”, explica.

No encontro, estiveram presentes também os representantes das comunidades de Morro Albino e Espigão da Pedra, e alguns vereadores de Criciúma. “Foi uma reunião muito positiva, porque depois de todo o trabalho não tínhamos nada em mãos, e agora já conquistamos R$ 1 milhão. Acredito que, com isso, a vontade política vai trazer uma força redobrada, levando nosso pleito para frente”, finaliza o membro do Legislativo, Ademir Honoratto.

Francine Ferreira

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