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Campanha Porto sem Dengue intensifica combate ao Aedes Aegypti

A Campanha de combate aos mosquitos transmissores da dengue, zika, febre amarela e chikungunya volta a fazer parte da rotina do Porto de Imbituba durante os meses de maior incidência dessas doenças. Ações para prevenir a proliferação dos mosquitos Aedes aegypti e albopictus começaram em janeiro e se estendem até junho. Devido à vigilância contínua, a autoridade portuária não registra focos destes mosquitos desde 2015.

Neste período, o Setor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) da SCPar Porto realiza semanalmente vistorias em toda a área portuária e a Vigilância Epidemiológica municipal faz inspeções em 13 larvitrampas (armadilhas), dispostas de em calhas, contêineres, guindastes, lonas, bem como nas proximidades de locais com grande movimentação de pessoas e veículos de cargas. Durante todo o ano, também ocorrem desintetizações semanais em pontos considerados críticos.

Porto sem Dengue, Zika e Chikungunya é uma parceria entre os setores de SSMA e Comunicação Social da Autoridade Portuária. Os principais objetivos da campanha são alertar a respeito dos riscos que o mosquito apresenta para a população e prevenir a formação de possíveis criadouros. Para conscientizar a comunidade portuária, foram disponibilizados diversos materiais informativos, como flyers nas portarias, planos de fundo nos computadores da SCPar Porto, cartazes em áreas com maior movimento de pessoas, além de e-mails marketing contendo dicas para evitar a proliferação do Aedes.

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Seja dentro ou fora do Porto, é responsabilidade de cada um fazer sua parte no combate ao mosquito que ameaça a saúde de toda a população.

Os mosquitos

Preto e com listras brancas, o Aedes aegypti é menor que os mosquitos comuns e se prolifera em áreas de maior densidade populacional. Principal vetor de doenças graves como a dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana, é pouco perceptível em razão do tamanho, baixo ruído e picada indolor.

Já o Aedes albopictus é um potencial transmissor dessas doenças, por isso também é combatido. A espécie possui características semelhantes ao seu “primo” Aedes aegypti, mas prefere habitar áreas cobertas por vegetação.

Francine Ferreira – Géssica da Silva


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